
Desertor é o soldado que, na hora da luta, no ardor de uma batalha diante do inimigo, não suporta a pressão psicológica do medo e acaba por abandoná-la. Torna-se, assim, um desertor covarde que, quando for pego, será julgado por abandonar seus princípios, os juramentos feitos diante da bandeira de seu país, por abandonar seus amigos e companheiros na hora mais dura da batalha.
É natural termos medo. É natural entendermos que a linha entre a vida e a morte, num campo de batalha, é muito tênue e, diante disso, a pressão leva o ser humano a tomar atitude de covardia. Porém, entender tal atitude não é o mesmo que aceitá-la. Nenhum general aceita isso! Nenhum comandante de esquadrão concebe esta idéia sem que sinta repulsa!
Na Igreja e nas células, vivemos época em que essa atitude é comum. Numa batalha épica, entre o bem e o mal, lutamos contra as hostes infernais da maldade. E quantos soldados não têm desertado ante o momento mais crítico desta batalha?
Conclamo a todos os que lerem esta publicação a reavaliarem sua chamada e ocupar seu lugar na batalha, quer seja como soldado ou como oficial de alta patente. Mas, antes de tudo, não tenham medo de enfrentar seus inimigos – ainda que lhe custe a vida, não retroceda, seja fiel até o fim!!!
Na Igreja e nas células, vivemos época em que essa atitude é comum. Numa batalha épica, entre o bem e o mal, lutamos contra as hostes infernais da maldade. E quantos soldados não têm desertado ante o momento mais crítico desta batalha?
Conclamo a todos os que lerem esta publicação a reavaliarem sua chamada e ocupar seu lugar na batalha, quer seja como soldado ou como oficial de alta patente. Mas, antes de tudo, não tenham medo de enfrentar seus inimigos – ainda que lhe custe a vida, não retroceda, seja fiel até o fim!!!
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